Conceitos e dicas de relacionamento de pessoas com deficiências visuais e auditivas
Diana Silveira de Córdova
Sineide Candido Costa
Wagner Fortunato
Wilson A. dos Santos
Conceitos
Cegueira :
A pessoa com cegueira (ou cega) não consegue enxergar ou muitas vezes vê apenas uma luz sem sentido. Essa condição faz com que as pessoas sintam dificuldades de exercer atividades simples do dia a dia, como caminhar dentro e fora de sua casa com autonomia e independência, vestir-se, observar cores e belezas. Para essas pessoas existem o sistema BRAILLE que oferta autonomia na leitura, porém é necessário mais para alcançar independência, é preciso disciplina da pessoa com cegueira e persistência dos que a rodeiam (familiares e amigos).
Baixa visão :
A pessoa com baixa visão possui um grau de visão capaz de
perceber alguma luz ou objeto, mas ainda assim, necessita de auxilio para executar tarefas simples, dependendo do grau que venha a ter. Para facilitar a aprendizagem em sala de aula, alguns materiais e procedimentos são utilizados, como a lupa, mapas em relevo, direcionamento de luz para evitar reflexos, entre outros, aproveitando o resíduo visual que a pessoa de
baixa visão ainda possa utilizar.
Simbologia Braille
Dicas
Pessoas com deficiência visual
É bom saber que nem sempre as pessoas com deficiência visual precisam de ajuda. Se encontrar alguém que pareça estar em dificuldades, identifique-se, faça-a perceber que você está falando com ela e ofereça seu auxílio.
Nunca ajude sem perguntar como fazê-lo. Caso sua ajuda como guia seja aceita, coloque a mão da pessoa no seu cotovelo dobrado. Ela irá acompanhar o movimento do seu corpo enquanto você vai andando. Num corredor estreito, por onde só é possível passar uma pessoa, coloque o seu braço para trás, de modo que a pessoa cega possa continuar seguindo você.
É sempre bom avisar, antecipadamente, sobre a existência de degraus, pisos escorregadios, buracos e outros obstáculos durante o trajeto.
Ao explicar direções, seja o mais claro e específico possível; de preferência, indique as distâncias em metros (“uns vinte metros à nossa frente”, por exemplo). Quando for afastar-se, avise sempre.
Algumas pessoas, sem perceber, falam em tom de voz mais alto quando conversam com pessoas cegas. A menos que ela tenha, também, uma deficiência auditiva que justifique isso, não faz nenhum sentido gritar. Fale em tom de voz normal.
Não se deve brincar com um cão-guia, pois ele tem a responsabilidade de guiar o dono que não enxerga e não deve ser distraído dessa função.
As pessoas cegas ou com visão subnormal são como você, só que não enxergam. Trate-as com o mesmo respeito e consideração dispensados às demais pessoas. No convívio social ou profissional, não as exclua das atividades normais. Deixe que elas decidam como podem ou querem participar.
Fique à vontade para usar palavras como “veja” e “olhe”, pois as pessoas com deficiência visual as empregam com naturalidade.
Simbologia Braille
Conceitos
Libras:
Foi a partir de um decreto presidencial, em 22 de dezembro de 2005, através do parágrafo único que definiu como Libras, a forma que as pessoas portadoras de surdez parcial ou total que se utiliza de um sistema lingüístico visual –motor, onde os surdos se comunicam utilizando, seu corpo as mãos como ferramentas de comunicação, com estrutura gramatical a própria forma um sistema lingüístico usado pelos surdos no Brasil.
Biliguismo:
E a capacidade de se comunicar que o indivíduo se adéqua para se relacionar socialmente com os do seu grupo e de outros grupos ou outras línguas, incluindo a linguagem de sinais e Braile.
Surdez:
É caracterizada pela perda total ou parcial, ou até natisurda, ou seja pessoa que já nasceu surda.
Onde a pessoa utiliza como primeira língua, a Língua Brasileira de sinais e a língua portuguesa como segunda língua.
LIBRAS
Aqui você pode colocar uma imagem (se quiser)
Dicas
Pessoas com deficiência auditiva
Não é correto dizer que alguém é surdo-mudo. Muitas pessoas surdas não falam porque não aprenderam a falar. Algumas fazem a leitura labial, outras não.
Ao falar com uma pessoa surda, acene para ela ou toque levemente em seu braço, para que ela volte sua atenção para você. Posicione-se de frente para ela, deixando a boca visível de forma a possibilitar a leitura labial. Evite fazer gestos bruscos ou segurar objetos em frente à boca. Fale de maneira clara, pronunciando bem as palavras, mas sem exagero. Use a sua velocidade normal, a não ser que lhe peçam para falar mais devagar.
Ao falar com uma pessoa surda, procure não ficar contra a luz, e sim num lugar iluminado.
Seja expressivo, pois as pessoas surdas não podem ouvir mudanças sutis de tom de voz que indicam sentimentos de alegria, tristeza, sarcasmo ou seriedade, e as expressões faciais, os gestos e o movimento do seu corpo são excelentes indicações do que você quer dizer.
Enquanto estiver conversando, mantenha sempre contato visual. Se você desviar o olhar, a pessoa surda pode achar que a conversa terminou.
Nem sempre a pessoa surda tem uma boa dicção. Se tiver dificuldade para compreender o que ela está dizendo, não se acanhe em pedir para que repita. Geralmente, elas não se incomodam em repetir quantas vezes for preciso para que sejam entendidas. Se for necessário, comunique-se por meio de bilhetes. O importante é se comunicar.
Mesmo que pessoa surda esteja acompanhada de um intérprete, dirija-se a ela, e não ao intérprete.
Algumas pessoas surdas preferem a comunicação escrita, outras usam língua de sinais e outras ainda preferem códigos próprios. Estes métodos podem ser lentos, requerem paciência e concentração. Você pode tentar se comunicar usando perguntas cujas respostas sejam sim ou não. Se possível, ajude a pessoa surda a encontrar a palavra certa, de forma que ela não precise de tanto esforço para transmitir sua mensagem. Não fique ansioso, pois isso pode atrapalhar sua conversa.
LIBRAS
Schimit , Deonisio,Beche,EstivaleteClérEstivalete. Caderno pedagógico:Língua Brasileira de Sinais,Florianópolis,UDESC/UAB/CEAD,2013.
Bock, KempferLetícia Geisa, Silva, da Cristina Solange. Caderno pedagógico: Simbologia em Braile, Florianópolis, UDESC/UAB/CEAD, 2013.< http://www2.camara.leg.br/responsabilidade-social/acessibilidade/Como-lidar.html> Acesso em : 25 de agosto de 2014.
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Aceso em : 25 de agosto de 2014.
REFERÊNCIAS
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